Influenzanet is a system to monitor the activity of influenza-like-illness (ILI) with the aid of volunteers via the internet

http://www.influenzanet.info/

Epiwork Logo
Developing the framework for an epidemic forecast infrastructure.
http://www.epiwork.eu/

The Seventh Framework Programme (FP7) bundles all research-related EU initiatives.

7th Framework Logo
Participating countries and volunteers:

The Netherlands 0
Belgium 0
Portugal 2342
Italy 5472
Great Britain 0
Sweden 0
Germany 0
Austria 0
Switzerland 2643
France 9227
Spain 1063
Ireland 262
InfluenzaNet is a system to monitor the activity of influenza-like-illness (ILI) with the aid of volunteers via the internet. It has been operational in The Netherlands and Belgium (since 2003), Portugal (since 2005) and Italy (since 2008), and the current objective is to implement InfluenzaNet in more European countries.

In contrast with the traditional system of sentinel networks of mainly primary care physicians coordinated by the European Influenza Surveillance Scheme (EISS), InfluenzaNet obtains its data directly from the population. This creates a fast and flexible monitoring system whose uniformity allows for direct comparison of ILI rates between countries.

Any resident of a country where InfluenzaNet is implemented can participate by completing an online application form, which contains various medical, geographic and behavioural questions. Participants are reminded weekly to report any symptoms they have experienced since their last visit. The incidence of ILI is determined on the basis of a uniform case definition.

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Plano de Vacinação COVID-19

Plano de Vacinação COVID-19

“Cerca de 6,3% da população portuguesa já foi vacinada com primeira dose. Desses utentes, 2,3% já receberam as duas doses” revelou o Secretário de Estado Adjunto e da Saúde.

A informação foi avançada em Coimbra, onde António Lacerda Sales e o Secretário de Estado da Juventude e Desporto e coordenador para a Covid-19 na Região Centro, João Paulo Rebelo, estiveram presentes na entrega de Unidades Móveis de Saúde aos Municípios de Arganil, Góis, Mira, Mortágua, Penacova e Vila Nova de Poiares.

Na ocasião, questionado pelos jornalistas sobre as alterações ao plano de vacinação, o Secretário de Estado Adjunto e da Saúde afirmou que “o Plano de Vacinação deve ser reajustável e redefinido em função da própria evolução epidemiológica e do nosso conhecimento e aprendizagem”.

Segundo António Lacerda Sales a grande prioridade “é defender as faixas mais vulneráveis, que são as mais idosas e a partir dos 50 anos com comorbilidades”. No entanto, salientou, “isso não significa que serviços essenciais não sejam também vacinados e muitos já o foram nesta fase”.

“É preciso perceber que este processo de vacinação não pode acorrer a todos ao mesmo tempo e que ocorre em linhagens paralelas, em que ao mesmo tempo que vacinamos pessoas com mais de 80 anos e de 50 anos com comorbilidades e serviços essenciais, pois ainda continuamos a vacinar profissionais de saúde”, acrescentou, lembrando que as “prioridades devem ser consistentes”.

Ainda no âmbito do processo de vacinação, António Lacerda Sales reconheceu as falhas nas entregas de vacinas por parte de uma das farmacêuticas aos países europeus, mas mostrou-se esperançado que no final do primeiro semestre seja possível vacinar 3,6 milhões de pessoas, “que ainda assim vai corresponder àquilo que era a fase inicial do plano”, ou seja, mesmo com os cortes estamos muito perto de que tínhamos previsto inicialmente.

Relativamente à retoma da atividade programada nos hospitais e centros de saúde, o Secretário de Estado Adjunto e da Saúde adiantou que os processos de negociação dos dos contratos programas com as principais instituições já estão concluídos e que os incentivos de 2020 para recuperação de atividade assistencial já foram prorrogados pela Ministra da Saúde para 2021.

Sobre o desconfinamento, o Secretário de Estado Adjunto e da Saúde alertou que apesar da descida dos números ainda “é prematuro falar em desconfinamento, o que queremos assegurar é que cada um dos portuguesa, todos nós possamos seguir as regras e fazermos um confinamento seguro. É isso que queremos neste momento”. concluiu.

Fonte: SNS

23 de February de 2021 às 10:30