Influenzanet is a system to monitor the activity of influenza-like-illness (ILI) with the aid of volunteers via the internet

http://www.influenzanet.info/

Epiwork Logo
Developing the framework for an epidemic forecast infrastructure.
http://www.epiwork.eu/

The Seventh Framework Programme (FP7) bundles all research-related EU initiatives.

7th Framework Logo
Participating countries and volunteers:

The Netherlands 0
Belgium 0
Portugal 1280
Italy 4883
Great Britain 0
Sweden 0
Germany 0
Austria 0
Switzerland 1421
France 4947
Spain 1038
Ireland 165
InfluenzaNet is a system to monitor the activity of influenza-like-illness (ILI) with the aid of volunteers via the internet. It has been operational in The Netherlands and Belgium (since 2003), Portugal (since 2005) and Italy (since 2008), and the current objective is to implement InfluenzaNet in more European countries.

In contrast with the traditional system of sentinel networks of mainly primary care physicians coordinated by the European Influenza Surveillance Scheme (EISS), InfluenzaNet obtains its data directly from the population. This creates a fast and flexible monitoring system whose uniformity allows for direct comparison of ILI rates between countries.

Any resident of a country where InfluenzaNet is implemented can participate by completing an online application form, which contains various medical, geographic and behavioural questions. Participants are reminded weekly to report any symptoms they have experienced since their last visit. The incidence of ILI is determined on the basis of a uniform case definition.

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Apoio a doentes oncológicos linha SNS24

Apoio a doentes oncológicos linha SNS24

Na apresentação desta linha, a diretora do serviço de oncologia médica do Hospital de Santarém, Sandra Bento, destacou que a ideia inicial foi «dar acesso aos doentes a cuidados mais diferenciados fora dos horários dos serviços de oncologia».

Explicando o contexto da criação deste serviço, Sandra Bento apresentou dados de um estudo feito na Austrália que indica que 86% dos doentes em tratamento têm efeitos secundários e sublinhou que Portugal é um dos países «com maior utilização desnecessária dos serviços de urgência» e que «42% das idas ao serviço de urgência não seriam necessárias».

O Presidente da Sociedade Portuguesa de Oncologia, Paulo Cortes, explicou que este serviço servirá para colmatar o facto de as urgências hospitalares não disporem em permanência de especialidade de oncologia.

O responsável acrescentou ainda que, com o crescente número de doentes com cancro e as potenciais toxicidades agudas associadas sobretudo a tratamentos com quimioterapia e imunoterapia, esta parceria acaba por complementar o apoio a estes doentes.

«[Os doentes] Podem receber vários tipos de indicações, ou seja, podem fazer autocuidados, possíveis de resolver sem ir ao hospital, podem ser referenciados para cuidados diferidos no serviço de oncologia ou, se for uma situação muito aguda, o próprio serviço vai espoletar a chamada do INEM», adiantou.

 

Fonte: SNS

3 de December de 2019 às 10:26