Influenzanet is a system to monitor the activity of influenza-like-illness (ILI) with the aid of volunteers via the internet

http://www.influenzanet.info/

Epiwork Logo
Developing the framework for an epidemic forecast infrastructure.
http://www.epiwork.eu/

The Seventh Framework Programme (FP7) bundles all research-related EU initiatives.

7th Framework Logo
Participating countries and volunteers:

The Netherlands 0
Belgium 0
Portugal 1280
Italy 4883
Great Britain 0
Sweden 0
Germany 0
Austria 0
Switzerland 1421
France 4947
Spain 1038
Ireland 165
InfluenzaNet is a system to monitor the activity of influenza-like-illness (ILI) with the aid of volunteers via the internet. It has been operational in The Netherlands and Belgium (since 2003), Portugal (since 2005) and Italy (since 2008), and the current objective is to implement InfluenzaNet in more European countries.

In contrast with the traditional system of sentinel networks of mainly primary care physicians coordinated by the European Influenza Surveillance Scheme (EISS), InfluenzaNet obtains its data directly from the population. This creates a fast and flexible monitoring system whose uniformity allows for direct comparison of ILI rates between countries.

Any resident of a country where InfluenzaNet is implemented can participate by completing an online application form, which contains various medical, geographic and behavioural questions. Participants are reminded weekly to report any symptoms they have experienced since their last visit. The incidence of ILI is determined on the basis of a uniform case definition.

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Relatório do Programa para a Prevenção do Tabagismo

Relatório do Programa para a Prevenção do Tabagismo

A Direção-Geral Da Saúde publicou no Dia Mundial do Não Fumador (17 de Novembro), o Relatório do Programa Nacional para a Prevenção e Controlo do Tabagismo de 2019.

No relatório, para além de se analisarem as estimativas referentes à mortalidade atribuível ao tabaco por principais causas, e a sua evolução nos últimos anos, com particular enfoque nas doenças crónicas não transmissíveis, são apresentados dados relativos ao consumo nos jovens, à cessação tabágica e à exposição ao fumo ambiental do tabaco, bem como às atividades realizadas pelo Serviço Nacional de Saúde no âmbito da prevenção e tratamento do tabagismo. São ainda apresentados dados referentes às entradas no mercado e à tributação dos produtos do tabaco em Portugal Continental.

O tabaco continua a ser um dos mais importantes problemas globais de saúde pública, apesar dos esforços e das medidas de prevenção e controlo já adotadas.

Segundo estimativas da Organização Mundial de Saúde (OMS) morrem por ano mais de 8 milhões de pessoas por doenças associadas ao tabaco, das quais cerca de 1,2 milhões por exposição ao fumo ambiental. Para além dos efeitos na saúde, o tabaco contribui para a pobreza, as desigualdades sociais e a poluição do meio ambiente.

Em 2017, de acordo com estimativas elaboradas pelo Institute for Health Metrics and Evaluation (IHME) morreram em Portugal mais de 13 000 pessoas por doenças atribuíveis ao tabaco, das quais 10 588 homens (18,6% do total de óbitos) e 2515 mulheres (4,4% do total de óbitos). A maior percentagem de óbitos atribuíveis ao tabaco registou-se no grupo etário dos 50 aos 69 anos. Neste grupo etário, um em cada quatro óbitos foi atribuível ao tabaco.

Fumar afeta praticamente todo o organismo humano, constituindo uma das principais causas evitáveis de doenças crónicas não transmissíveis, com destaque para o cancro, as doenças cérebro-cardiovasculares, as doenças respiratórias crónicas e a diabetes mellitus tipo 2.

Em 2017, segundo estimativas elaboradas pelo IHME, o tabaco contribuiu para 19,6% dos óbitos por cancro, 28,1% dos óbitos por doença respiratória crónica, 8,7% dos óbitos por doenças cérebro-cardiovasculares e 9,8% dos óbitos por diabetes mellitus tipo 2. A taxa de mortalidade por cancro da traqueia, brônquios e pulmão atribuível ao tabaco está a aumentar nas mulheres.

Em 2014, 1,8 milhões de residentes em Portugal, com 15 ou mais anos, eram fumadores (20%); 1,5 milhões fumavam diariamente (16,8%). Nos últimos 30 anos a prevalência do consumo diário de tabaco em Portugal continental temse apresentado relativamente estável, em resultado do aumento do consumo entre as mulheres e da descida entre os homens.

Segundo a OCDE a percentagem de adultos fumadores tem vindo a diminuir desde 2000. Em 2014, 17% dos adultos fumavam diariamente, contra 18,6% em 2008. A iniciação do consumo de tabaco é um grave problema de saúde infantil e juvenil. Dos jovens que iniciam o consumo, mais de um terço irá continuar a fumar ao longo da vida adulta, comprometendo assim a sua saúde e longevidade. Se não se conseguir impedir que os jovens comecem a fumar, as próximas gerações continuarão a suportar um pesado fardo, não só em termos de doença, incapacidade e mortalidade prematura, mas também em gastos em tratamentos e serviços de saúde. Em 2018, de acordo com dados recolhidos no Dia da Defesa Nacional, 60,1% dos jovens com 18 anos de ambos os sexos disseram já ter fumado. 38,3% disseram ter consumido tabaco nos últimos 30 dias, o que representa uma redução de 10,9% relativamente a 2015.

Deixar de fumar tem benefícios em qualquer idade.

O abandono definitivo do tabaco antes dos 40 anos reduz em mais de 90% os riscos para a saúde que lhe estão associados. Em 2018, cerca de 13 000 pessoas foram atendidas no âmbito do programa de apoio intensivo à cessação tabágica. No mesmo ano, a dispensa às farmácias de medicamentos para o tratamento do tabagismo registou um aumento de cerca de 9,1% relativamente ao ano anterior. Em 2015, segundo dados do 1.º INS com exame físico, 12,8% da população residente dos 15 aos 74 anos disse estar exposta ao fumo ambiental do tabaco durante pelo menos 1 hora por dia. A prevalência de exposição foi superior entre os mais jovens (19,8%), as pessoas com menor escolaridade (23,6%) e as sem atividade profissional ou

O relatório apresenta ainda as principais atividades realizadas pelo Programa Nacional para a Prevenção e Controlo do Tabagismo no período em análise e projetadas para 2019/2020, à luz das orientações programáticas definidas até 2020.

 Consulte aqui o relatório

Fonte: DGS (Noticia original

2 de December de 2019 às 12:19