Influenzanet is a system to monitor the activity of influenza-like-illness (ILI) with the aid of volunteers via the internet

http://www.influenzanet.info/

Epiwork Logo
Developing the framework for an epidemic forecast infrastructure.
http://www.epiwork.eu/

The Seventh Framework Programme (FP7) bundles all research-related EU initiatives.

7th Framework Logo
Participating countries and volunteers:

The Netherlands 0
Belgium 0
Portugal 1280
Italy 4883
Great Britain 0
Sweden 0
Germany 0
Austria 0
Switzerland 1421
France 4947
Spain 1038
Ireland 165
InfluenzaNet is a system to monitor the activity of influenza-like-illness (ILI) with the aid of volunteers via the internet. It has been operational in The Netherlands and Belgium (since 2003), Portugal (since 2005) and Italy (since 2008), and the current objective is to implement InfluenzaNet in more European countries.

In contrast with the traditional system of sentinel networks of mainly primary care physicians coordinated by the European Influenza Surveillance Scheme (EISS), InfluenzaNet obtains its data directly from the population. This creates a fast and flexible monitoring system whose uniformity allows for direct comparison of ILI rates between countries.

Any resident of a country where InfluenzaNet is implemented can participate by completing an online application form, which contains various medical, geographic and behavioural questions. Participants are reminded weekly to report any symptoms they have experienced since their last visit. The incidence of ILI is determined on the basis of a uniform case definition.

Hide this information

Potencial associação entre poluição do ar e mortalidade diária

Potencial associação entre poluição do ar e mortalidade diária

João Paulo Teixeira e Baltazar Nunes, investigadores dos departamentos de Saúde Ambiental e de Epidemiologia do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, colaboraram num estudo internacional que teve como objetivo investigar a possível associação entre a mortalidade diária (por todas as causas, por doenças do aparelho respiratório e cardiovascular) e a exposição a curto-prazo a partículas inaláveis de diferentes dimensões, através de uma análise epidemiológica e estatística comum aplicada a dados de 652 cidades. Os resultados deste trabalho foram publicados na revista “The New England Journal of Medicine”.

“Este trabalho é extremamente importante pela escala global em que foi conduzido e pelas implicações dos resultados obtidos que exortam as autoridades regionais, nacionais e internacionais a concertar esforços através da implementação de medidas de redução e controlo na fonte de poluentes com reconhecidos efeitos nocivos”, sublinha João Paulo Teixeira, coordenador da Unidade de Investigação do Departamento de Saúde Ambiental do Instituto Ricardo Jorge no Porto.

Por sua vez, Baltazar Nunes considera que “a síntese dos principais resultados evidencia implicações para a salvaguarda do ambiente e, consequentemente, da saúde global”, acrescentando que “foi possível estimar pela primeira vez, de forma concertada, ou seja, aplicando a mesma metodologia, a associação entre a exposição a curto-prazo a níveis de PM10 e PM2.5 e a mortalidade em mais de 600 cidades em todo o mundo”. “Estes resultados reforçam e consolidam assim a relação que tem vindo a ser demonstrada entre a poluição atmosférica e a saúde”, refere ainda Baltazar Nunes.

O trabalho publicado no artigo “Ambient Particulate Air Pollution and Daily Mortality in 652 Cities” foi desenvolvido por uma equipa internacional de investigadores que integram o Multi-City Multi-Country (MCC) Collaborative Research Network, coordenada pela London School of Hygiene and Tropical Medicine. Esta rede internacional de equipas de investigação tem como objetivo produzir evidência epidemiológica sobre a associação entre fatores ambientais, clima e a saúde das populações.

De acordo com os investigadores do Instituto Ricardo Jorge, este consórcio é um exemplo de “mudança de paradigma em relação às colaborações inter e intrainstitucionais abrindo portas ao desenho de outros projetos e novas ferramentas de avaliação, bem como à empolgante consolidação e estreitamento de relações com os mais prestigiados centros de investigação distribuídos por todo o mundo”.

É também o caso do DSA e do DEP, como refere João Paulo Teixeira: “Este trabalho será um dos melhores exemplos de uma colaboração inter-departamentos, ao integrar o conhecimento atual da avaliação e caracterização ambiental (exterior e interior) com a análise epidemiológica, recorrendo a ferramentas de análise estatística de ponta”. Desde 2015, estes dois departamentos do Instituto Ricardo Jorge já publicaram mais de 100 “contribuições” neste domínio.

Fonte: INSA (notícia original

26 de November de 2019 às 04:13