Influenzanet is a system to monitor the activity of influenza-like-illness (ILI) with the aid of volunteers via the internet

http://www.influenzanet.info/

Epiwork Logo
Developing the framework for an epidemic forecast infrastructure.
http://www.epiwork.eu/

The Seventh Framework Programme (FP7) bundles all research-related EU initiatives.

7th Framework Logo
Participating countries and volunteers:

The Netherlands 0
Belgium 0
Portugal 1579
Italy 4836
Great Britain 5073
Sweden 0
Germany 0
Austria 0
Switzerland 1350
France 6220
Spain 1027
Ireland 354
InfluenzaNet is a system to monitor the activity of influenza-like-illness (ILI) with the aid of volunteers via the internet. It has been operational in The Netherlands and Belgium (since 2003), Portugal (since 2005) and Italy (since 2008), and the current objective is to implement InfluenzaNet in more European countries.

In contrast with the traditional system of sentinel networks of mainly primary care physicians coordinated by the European Influenza Surveillance Scheme (EISS), InfluenzaNet obtains its data directly from the population. This creates a fast and flexible monitoring system whose uniformity allows for direct comparison of ILI rates between countries.

Any resident of a country where InfluenzaNet is implemented can participate by completing an online application form, which contains various medical, geographic and behavioural questions. Participants are reminded weekly to report any symptoms they have experienced since their last visit. The incidence of ILI is determined on the basis of a uniform case definition.

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Alimentação mais saudável em 2019

Alimentação mais saudável em 2019

Neste início de 2019 sabemos que a produção alimentar é um dos principais responsáveis pelo aquecimento do planeta e pela emissão de gases com efeitos de estufa. E também que uma alimentação errada é a principal responsável pelos anos de vida saudáveis perdidos pelos portugueses. Felizmente, com um pequeníssimo esforço, é possível mudar muita coisa se multiplicarmos estas ações individuais por muitos milhões de pessoas.

Assim, a Direção-Geral da Saúde (DGS), através do Programa Nacional para a Promoção da Alimentação Saudável (PNPAS),  apresentou algumas decisões que podem fazer uma enorme diferença:

1. Coma menos mas melhor. Compre menos mas melhor. Em média, os portugueses consomem cerca de 1910 kcal/dia (1635 kcal/dia nas mulheres e 2228 kcal/dia nos homens) mais do que necessitam. E desta energia, cerca de 10 % vem do consumo de bolachas, bolos e doces. Comida que pouco contribui com vitaminas, minerais e outros nutrientes importantes para a nossa saúde.

2. Uma vez por semana experimente cozinhar sem sal. E aprenda a cozinhar saboroso sem a substância responsável por retirar muitos anos de vida saudável a milhares de portugueses. Mais de 4 milhões de portugueses sofrem de hipertensão arterial onde o sal tem um papel importante. Para compras com menos sal utilize o «descodificador de rótulos».

3. Substitua o habitual refrigerante ou bebida açucarada diária por água. O consumo excessivo de refrigerantes tem vindo a ser associado ao aparecimento de diabetes tipo II e cárie dentária. Por outro lado, apenas um refrigerante ou outra bebida açucarada pode conter por lata de 330 ml aproximadamente 35 g de açúcar o que equivale ao consumo anual de mais de 12 kg de açúcar e alguns kg de gordura corporal a mais no final do ano! Lembre-se que a água da rede pública em Portugal é de boa qualidade. Conheça a iniciativa #aguapublica.

4. Consuma sopa pelo menos uma vez por dia e, sempre que possível, substitua, em parte ou totalmente, a batata por leguminosas (feijão, grão, ervilha, fava, lentilha…). A presença de hortícolas e leguminosas ajudam a regular o colesterol, são fonte de vitaminas e minerais, reduzem o risco de doença cardiovascular e certos tipos de cancro, reduzem o risco de diabetes tipo II e podem ainda ter papel importante na regulação do transito intestinal e controlo do apetite. Uma dose diária destes alimentos protetores é decisiva para uma alimentação equilibrada e uma vida saudável.

5. Vamos deitar menos comida fora, comprando e cozinhando apenas o necessário e reaproveitando. Um terço (⅓) da comida produzida no nosso planeta nunca chega a ser consumida! Ou seja, «a comida que não é comida» é uma das principais fontes de poluição num mundo onde 795 milhões de pessoas passam fome. E em Portugal, dois milhões de portugueses e suas famílias estão abaixo do limiar de pobreza. Vamos deitar menos comida fora este ano. Comece já nesta altura de festividades, com receitas saudáveis, económicas e amigas do ambiente com zero desperdício.

6. Compre produtos portugueses e da época. E de preferência com menos embalagem e menos plástico. Comprar local significar poluir menos nas estradas, na produção e na embalagem. E produzir riqueza em Portugal ajudando os agricultores e as nossas comunidades locais e a sua cultura.

7. Uma vez por semana substitua a refeição de carne por um prato vegetariano ou ovo-lacto vegetariano. Uma refeição de carne a menos por semana, ao longo de uma ano, equivale a poupar, em emissões de carbono, cerca de 500 km de automóvel.

Votos de um bom ano e de boas comidas!

Para saber mais, consulte o Blog do Programa Nacional de Promoção da Alimentação Saudável > Sugestões para um Natal mais saudável

Fonte: Portal SNS - editada (Fonte)

2 de January de 2019 às 10:36