Influenzanet is a system to monitor the activity of influenza-like-illness (ILI) with the aid of volunteers via the internet

http://www.influenzanet.eu/

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Developing the framework for an epidemic forecast infrastructure.
http://www.epiwork.eu/

The Seventh Framework Programme (FP7) bundles all research-related EU initiatives.

7th Framework Logo
Participating countries and volunteers:

The Netherlands 0
Belgium 0
Portugal 2144
Italy 0
Great Britain 0
Sweden 0
Germany 213
Austria 551
Switzerland 1178
France 5964
Spain 1006
Ireland 351
InfluenzaNet is a system to monitor the activity of influenza-like-illness (ILI) with the aid of volunteers via the internet. It has been operational in The Netherlands and Belgium (since 2003), Portugal (since 2005) and Italy (since 2008), and the current objective is to implement InfluenzaNet in more European countries.

In contrast with the traditional system of sentinel networks of mainly primary care physicians coordinated by the European Influenza Surveillance Scheme (EISS), InfluenzaNet obtains its data directly from the population. This creates a fast and flexible monitoring system whose uniformity allows for direct comparison of ILI rates between countries.

Any resident of a country where InfluenzaNet is implemented can participate by completing an online application form, which contains various medical, geographic and behavioural questions. Participants are reminded weekly to report any symptoms they have experienced since their last visit. The incidence of ILI is determined on the basis of a uniform case definition.

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Pico já terá sido atingido, mas ainda há pressão nos serviços de saúde

Pico já terá sido atingido, mas ainda há pressão nos serviços de saúde

O pico da epidemia de gripe já terá sido atingido e a atividade gripal tenderá a decrescer nas próximas semanas, mas ainda existe «pressão» na procura de cuidados de saúde, afirmou a Diretora-Geral da Saúde, Graça Freitas, no dia 18 de janeiro.

«Teremos na maior parte das regiões e na maior parte do país atingido já o pico e estaremos na situação de decrescer a atividade gripal e essa é, apesar de tudo, uma boa notícia», disse a Diretora-Geral da Saúde em conferência de imprensa, ao fazer um balanço da atividade gripal no país, que ainda se encontra em fase epidémica, ainda que a tendência seja decrescente.

Graça Freitas explicou que «continua a haver pressão» nos internamentos, na procura de cuidados de saúde, quer urgências, quer cuidados de saúde primários, quer a linha SNS 24, mas também nestes indicadores a tendência é decrescente e «tudo está a tender para uma situação mais normal». De destacar, no entanto, a «boa capacidade de resposta do Serviço Nacional de Saúde», acrescentou.

Este ano, a atividade gripal «ficou aquém do que se verificou no ano passado, o que não é de estranhar, dadas as características do vírus predominante em circulação», do tipo B, menos agressivo do que o tipo A e que geralmente tem associada uma atividade gripal menos intensa, revelou a dirigente.

Nas primeiras três semanas morreram mil pessoas, «o que é normal para a atividade gripal» registada e um número mais baixo do que os cinco mil registados no ano passado. «Também em impacto na mortalidade esta não foi uma época de grande gravidade», considerou Graça Freitas.

De acordo com os dados do último boletim de vigilância epidemiológica da gripe, na semana entre 8 e 14 de janeiro, houve 10 casos de internamento em cuidados intensivos reportados pelas unidades hospitalares, maioritariamente devido a vírus da gripe de tipo A, mas a Diretora-Geral da Saúde diz que «há que desmistificar a gravidade da gripe A», que agora é «uma gripe absolutamente normal».

«Foi grave em 2009 quando apareceu, mas agora é um vírus igual aos outros residentes que circulam na natureza», disse Graça Freitas, explicando que, quando surgem em circulação, os vírus têm capacidade de gerar uma situação pandémica como a que se viveu em 2009, mas que rapidamente o corpo humano cria defesas e imunidade.

A Diretora-Geral da Saúde referiu também que há vários outros vírus em circulação, que provocam «as habituais constipações» e doenças infeciosas respiratórias, os quais também têm levado muitas pessoas a procurar cuidados de saúde.

«Parece que a pior fase do inverno já terá passado. Vamos esperar, de qualquer maneira, pelas próximas semanas. O vírus da gripe é traiçoeiro, pode ainda sofrer alguma alteração, as temperaturas podem ainda descer e pode haver algum fenómeno estranho. Se não houver fenómenos estranhos, tenderemos para a normalidade», concluiu.

Fonte: SNS / LUSA (Fonte)

19 de Janeiro de 2018 às 06:48