Influenzanet is a system to monitor the activity of influenza-like-illness (ILI) with the aid of volunteers via the internet

http://www.influenzanet.eu/

Epiwork Logo
Developing the framework for an epidemic forecast infrastructure.
http://www.epiwork.eu/

The Seventh Framework Programme (FP7) bundles all research-related EU initiatives.

7th Framework Logo
Participating countries and volunteers:

The Netherlands 0
Belgium 0
Portugal 2051
Italy 4635
Great Britain 9485
Sweden 0
Germany 205
Austria 540
Switzerland 1161
France 5826
Spain 1003
Ireland 351
InfluenzaNet is a system to monitor the activity of influenza-like-illness (ILI) with the aid of volunteers via the internet. It has been operational in The Netherlands and Belgium (since 2003), Portugal (since 2005) and Italy (since 2008), and the current objective is to implement InfluenzaNet in more European countries.

In contrast with the traditional system of sentinel networks of mainly primary care physicians coordinated by the European Influenza Surveillance Scheme (EISS), InfluenzaNet obtains its data directly from the population. This creates a fast and flexible monitoring system whose uniformity allows for direct comparison of ILI rates between countries.

Any resident of a country where InfluenzaNet is implemented can participate by completing an online application form, which contains various medical, geographic and behavioural questions. Participants are reminded weekly to report any symptoms they have experienced since their last visit. The incidence of ILI is determined on the basis of a uniform case definition.

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Estudo revela decréscimo na obesidade infantil nos últimos 8 anos

Estudo revela decréscimo na obesidade infantil nos últimos 8 anos

Já se encontra disponível o relatório COSI Portugal 2016 (Childhood Obesity Surveillance Initiative – Iniciativa de Vigilância da Obesidade Infantil), que descreve detalhadamente a evolução do estado nutricional da população escolar portuguesa entre os 6 e os 8 anos de idade, nos períodos de 2007/2008 e 2015/2016.

Trata-se de uma colaboração entre o Instituto Ricardo Jorge, a Direção-Geral da Saúde e a Organização Mundial da Saúde (OMS) Europa, que o Programa Nacional para a Promoção da Alimentação Saudável (PNPAS) tem acompanhado, com a recolha de informação realizada por equipas de todas as Administrações Regionais de Saúde do país e Regiões Autónomas da Madeira e Açores. Esta informação sistematizada e periódica, comparável ao longo do tempo e com outros países europeus, é determinante para a definição de uma política alimentar em Portugal.

Os dados do COSI Portugal 2016 revelam um decréscimo na obesidade infantil, nos últimos oito anos, fruto de muito fatores, entre os quais o trabalho realizado pelos profissionais de saúde e educação. No entanto, o excesso de peso em Portugal continua ainda extremamente elevado, no contexto europeu, atingindo 30,7 % das crianças analisadas.

Outro dos principais resultados do estudo mostra que, no período entre 2008 e 2016, todas as regiões portuguesas tiveram um decréscimo na prevalência de excesso de peso, incluindo obesidade. O decréscimo foi mais acentuado nas regiões dos Açores (-15,6 %), de Lisboa e Vale do Tejo (-9,0 %) e do Centro (-8,1 %).

No estudo foram utilizados instrumentos de avaliação compreendendo variáveis relativas à família e ao ambiente escolar. Por exemplo, em relação à atividade física e comportamentos sedentários, verificaram-se melhores indicadores entre os dois períodos, sendo poucas as crianças (1,7 %) que reportaram nunca praticar atividade física, comparativamente com 2008 (19,7 %). A prática de atividade física de três ou mais horas ao fim de semana foi igualmente superior em 2016 (66,3 %), por comparação com 2008 (50,8 %).

Contrariamente a estes resultados, aumentou o número de crianças que se deslocavam de automóvel para a escola em 2016 (76, 6 %) comparativamente a 2008 (57,2 %). As atividades sedentárias foram também reportadas em maior proporção em 2016 do que em 2008, principalmente no uso de computador para jogos eletrónicos, de uma a duas horas por dia, tanto durante a semana (75,5 % vs 12,2 %), como ao fim de semana (54 % vs 36 %).

No que diz respeito ao ambiente escolar, em 2016, os alimentos mais disponibilizados no recinto escolar, além da água (85 %), foram o leite simples e/ou iogurte (74,1 %) e fruta fresca (66,5 %), verificando-se que esta oferta diminui relativamente ao leite simples (2008: 91,8 %), mas aumentou relativamente à fruta escolar (2008: 33,3 %).

Para este estudo foram propostas 8.412 crianças do ensino básico, tendo sido avaliadas 6.745 crianças (50,4 % do sexo feminino), entre os 6 e os 8 anos de idade, de 230 escolas do 1.o ciclo.

O COSI Portugal está integrado no sistema europeu de vigilância nutricional infantil, no qual participam 40 países da região europeia da OMS, e constitui o estudo, por excelência, que providencia dados de prevalência de baixo peso, excesso de peso e obesidade de crianças portuguesas dos 6 aos 8 anos. O COSI visa criar uma rede sistemática de recolha, análise, interpretação e divulgação de informação descritiva sobre as características do estado nutricional infantil de crianças dos 6 aos 8 anos, que se traduz num sistema de vigilância que produz dados comparáveis entre países da Europa e que permite a monitorização da obesidade infantil a cada dois/três anos.

Fonte: SNS (Fonte original)

15 de Janeiro de 2018 às 06:48