Influenzanet is a system to monitor the activity of influenza-like-illness (ILI) with the aid of volunteers via the internet

http://www.influenzanet.info/

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Developing the framework for an epidemic forecast infrastructure.
http://www.epiwork.eu/

The Seventh Framework Programme (FP7) bundles all research-related EU initiatives.

7th Framework Logo
Participating countries and volunteers:

The Netherlands 0
Belgium 0
Portugal 1579
Italy 4836
Great Britain 5073
Sweden 0
Germany 0
Austria 0
Switzerland 1350
France 6220
Spain 1027
Ireland 354
InfluenzaNet is a system to monitor the activity of influenza-like-illness (ILI) with the aid of volunteers via the internet. It has been operational in The Netherlands and Belgium (since 2003), Portugal (since 2005) and Italy (since 2008), and the current objective is to implement InfluenzaNet in more European countries.

In contrast with the traditional system of sentinel networks of mainly primary care physicians coordinated by the European Influenza Surveillance Scheme (EISS), InfluenzaNet obtains its data directly from the population. This creates a fast and flexible monitoring system whose uniformity allows for direct comparison of ILI rates between countries.

Any resident of a country where InfluenzaNet is implemented can participate by completing an online application form, which contains various medical, geographic and behavioural questions. Participants are reminded weekly to report any symptoms they have experienced since their last visit. The incidence of ILI is determined on the basis of a uniform case definition.

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Gene ‘controla’ severidade da gripe

Gene ‘controla’ severidade da gripe

Uma equipa internacional descobriu um defeito genético humano que poderá explicar porque a gripe torna algumas pessoas mais doentes do que outras.

Num artigo na revista Nature, investigadores britânicos e americanos, referem que a variante ‘defeituosa’ do gene IFITM3 era muito mais comum em pessoas internadas com a gripe do que naqueles que foram capazes de lutar com a doença em casa, recuperando por si próprias.

Isto poderia explicar porque, durante a pandemia de 2009, a maioria das pessoas teve sintomas leves, enquanto outras adoeceram gravemente e faleceram. Depois de pesquisarem bases de dados genéticos que cobrem milhares de indivíduos, encontraram evidências de que cerca de uma em cada 400 pessoas pode ter a variante genética defeituosa.

O líder do estudo, o britânico Paul Kellam, do Wellcome Trust Sanger Institute (WTSI), afirmou que o gene, chamado ITFITM3, parece ser uma "linha crucial da frente de defesa contra a gripe". A presença do IFITM3 em grandes quantidades impediu a propagação do vírus nos pulmões, explicou. Já as pessoas com baixos níveis do gene deram hipótese ao vírus de se replicar e se espalhar mais facilmente, causando sintomas mais graves.

Para o estudo, os investigadores removeram o gene de ratos e descobriram que eles desenvolveram gripe – e os sintomas eram muito piores do que nos ratos que ainda tinham o gene. A perda desse gene podia transformar um caso suave de gripe numa infecção potencialmente fatal.

Por seu turno, Mark Walport, diretor do WTSI, disse: "Durante a pandemia de 2009, muitos de nós acharam estranho que o mesmo vírus provocasse apenas sintomas ligeiros na maioria das pessoas, enquanto, mais raramente, ameaçava a vida de outras".

"Esta descoberta aponta para uma parte da explicação: variações genéticas afetam a forma como diferentes pessoas respondem à infecção", disse Walport. "Aponta para que fatores genéticos afetam o curso da doença em mais do que uma maneira. Variações genéticas num vírus podem aumentar sua virulência, mas as variações genéticas no hospedeiro - nós – são também de muita importância".

No futuro, essa descoberta pode ajudar os médicos a identificar se os pacientes estarão com risco acrescido de serem afectados pela gripe, permitindo que sejam seleccionados para a vacinação prioritária ou tratamento preventivo durante os surtos, escreveram os investigadores, acrescentando que podia também ajudar a desenvolver novas vacinas ou medicamentos que podem protelar os vírus potencialmente mais perigosos, como os da gripe aviária.

O estudo publicado na Nature: http://www.nature.com/nature/journal/vaop/ncurrent/full/nature10921.html

25 de March de 2012 às 06:31