Influenzanet is a system to monitor the activity of influenza-like-illness (ILI) with the aid of volunteers via the internet

http://www.influenzanet.eu/

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Developing the framework for an epidemic forecast infrastructure.
http://www.epiwork.eu/

The Seventh Framework Programme (FP7) bundles all research-related EU initiatives.

7th Framework Logo
Participating countries and volunteers:

The Netherlands 12988
Belgium 4007
Portugal 1879
Italy 3515
Great Britain 5180
Sweden 0
Germany 105
Austria 28
Switzerland 35
France 5921
Spain 869
Ireland 499
InfluenzaNet is a system to monitor the activity of influenza-like-illness (ILI) with the aid of volunteers via the internet. It has been operational in The Netherlands and Belgium (since 2003), Portugal (since 2005) and Italy (since 2008), and the current objective is to implement InfluenzaNet in more European countries.

In contrast with the traditional system of sentinel networks of mainly primary care physicians coordinated by the European Influenza Surveillance Scheme (EISS), InfluenzaNet obtains its data directly from the population. This creates a fast and flexible monitoring system whose uniformity allows for direct comparison of ILI rates between countries.

Any resident of a country where InfluenzaNet is implemented can participate by completing an online application form, which contains various medical, geographic and behavioural questions. Participants are reminded weekly to report any symptoms they have experienced since their last visit. The incidence of ILI is determined on the basis of a uniform case definition.

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Estudo: aumento de 20% dos internamentos cardíacos devido à gripe

Estudo: aumento de 20% dos internamentos cardíacos devido à gripe

Os corações que batem fora do ritmo são mais vulneráveis à gripe, revela uma investigação feita pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e publicada na última edição do Arquivo Brasileiro de Cardiologia.

Os estudos indicam que a gripe também pode ter fortes relações com o agravamento de problemas cardíacos. Uma pesquisa feita com dados de mais de 190 mil pacientes de hospitais públicos da cidade de São Paulo mostrou que as hospitalizações por problemas cardíacos aumentam cerca de 20% nos meses mais frios - o pico de atividade do vírus causador da gripe, o Influenza. O investigador e cardiologista Henrique Godoy e a sua equipa avaliou 194 mil casos de internamento hospitalar em consequência de problemas cardiovasculares, registados entre 1992 e 2010.

Há uma curva ascendente de internamentos por problemas cardíacos que começa no mês de maio e se estende até outubro [a época da gripe no hemisfério Sul], com a maior quantidade de casos a registar-se em julho e agosto. Agora, um dos autores desse trabalho, Godoy, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), está a iniciar um novo estudo para investigar mais a fundo a relação entre a gripe e a insuficiência cardíaca no país.

“Não é que a gripe vá causar um ataque cardíaco em qualquer um, mas ela pode agravar os problemas de quem já é cardiopata”, afirmou o médico. Godoy explicou que a gripe pode desencadear uma série de reações literalmente explosivas para as artérias. “Em pessoas que já têm o risco elevado e outros agravantes, como colesterol alto e hipertensão, o vírus pode favorecer a ruptura do endotélio [o tecido que reveste os vasos sanguíneos], além de acelerar o desenvolvimento de placas de colesterol e de coágulos”, declarou Godoy à imprensa..

Isto é, a infecção viral acelera o enfarte e o AVC. O vírus Influenza (causador da gripe) impulsiona a produção das placas de colesterol existentes nas artérias (mais densas nos cardíacos). Isso faz com que a parede interna do vaso se rompa com mais facilidade, provocando coágulos. Estes coágulos podem ou entupir o caminho do sangue que chega ao coração ou o que abastece o cérebro, provocando os dois eventos cardiovasculares.

Além disso, o estado gripal também favorece a acumulação de fluidos no corpo, o que pode contribuir para o desenvolvimento de infecções, algo que agravaria ainda mais o quadro de problemas cardíacos. E não basta esperar que a gripe passe. O risco mantém-se elevado até cinco semanas após a doença.

Estudos anteriores já apontavam a relação entre o clima frio, a gripe e os problemas cardíacos. Por exemplo, a Sociedade Americana de Cardiologia foi uma das primeiras recomendar a vacinação contra a gripe. De acordo com o médico brasileiro, a vacina, embora não seja infalível - a eficácia varia com a idade, e protege apenas contra três estirpes do vírus - é a melhor prevenção, reduzindo em cerca de 30% o risco de hospitalizações.


18 de Março de 2012 às 06:36