Influenzanet is a system to monitor the activity of influenza-like-illness (ILI) with the aid of volunteers via the internet

http://www.influenzanet.eu/

Epiwork Logo
Developing the framework for an epidemic forecast infrastructure.
http://www.epiwork.eu/

The Seventh Framework Programme (FP7) bundles all research-related EU initiatives.

7th Framework Logo
Participating countries and volunteers:

The Netherlands 14225
Belgium 4153
Portugal 1552
Italy 3072
Great Britain 6011
Sweden 5381
Germany 98
Austria 20
Switzerland 29
France 6068
Spain 646
Ireland 0
InfluenzaNet is a system to monitor the activity of influenza-like-illness (ILI) with the aid of volunteers via the internet. It has been operational in The Netherlands and Belgium (since 2003), Portugal (since 2005) and Italy (since 2008), and the current objective is to implement InfluenzaNet in more European countries.

In contrast with the traditional system of sentinel networks of mainly primary care physicians coordinated by the European Influenza Surveillance Scheme (EISS), InfluenzaNet obtains its data directly from the population. This creates a fast and flexible monitoring system whose uniformity allows for direct comparison of ILI rates between countries.

Any resident of a country where InfluenzaNet is implemented can participate by completing an online application form, which contains various medical, geographic and behavioural questions. Participants are reminded weekly to report any symptoms they have experienced since their last visit. The incidence of ILI is determined on the basis of a uniform case definition.

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As pandemias, a ‘La Niña’ e as migrações de aves

As pandemias, a ‘La Niña’ e as migrações de aves

As últimas quatro pandemias de gripe (1918, 1957, 1968 e 2009) parecem ter um factor em comum: surgirem logo após o fenómeno climático ‘La Niña’. Oposto ao ‘El Niño’, corresponde ao arrefecimento das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial, Central e Oriental. Produz fortes mudanças na dinâmica geral da atmosfera, tornando os ventos alísios mais fortes do que habitual. A ‘La Niña’ ocorre em intervalos que oscilam entre 2 e os 7 anos, com uma duração de aproximadamente um ano.

Um estudo, publicado na revista on-line PNAS, examinando os padrões climáticos por ocasião das pandemias, aponta para que todas foram precedidas pela ‘La Niña’ no Pacífico equatorial. Os autores do estudo - Jeffrey Shaman, da Universidade de Columbia Mailman e Lipsitch Marc, da Escola Harvard de Saúde Pública - notam que o padrão de ‘La Ninã’ é conhecido por alterar os padrões migratórios das aves, que funcionam como um reservatório primário da gripe humana. Os investigadores afirmam que a alteração dos padrões de migração pode promover o desenvolvimento de novas e mais perigosas estirpes do vírus Influenza.

Os autores citam outras pesquisas que mostram que o ‘La Niña’ altera o padrão de migração, o tempo de ‘invernada’, e a mistura inter-espécies de aves migratórias. Estas condições podem favorecer a troca de genes - ou rearranjo genético - que cria variações que tornam o vírus influenza mais agressivo e irreconhecível para o sistema imunitário.

"Sabemos que as pandemias surgem de mudanças dramáticas no genoma do vírus da gripe. A nossa hipótese é a de que a ‘La Niña’ prepara o palco para estas mudanças, redefinindo os padrões de mistura de aves migratórias, que são um importante reservatório para a gripe", diz Jeffrey Shaman, professor assistente da Faculdade de Ciências de Saúde Ambiental (Columbia Mailman) e co-autor do estudo.

As mudanças na migração podem não só alterar o padrão de contato entre as espécies de aves, que poderiam também mudar as formas de contacto entre estas e animais domésticos, como os porcos. A troca de genes entre os vírus da gripe aviária e suína foi um fator importante na pandemia de gripe suína (H1N1) de 2009.

Imagem: ‘La Nina in progress’, September 2010, NASA Earth Observatory, by Jesse Allen and Kevin Ward, using data provided courtesy of Akiko Hayashi (NASA/JPL). Caption by Michon Scott

2012-Jan

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