Influenzanet is a system to monitor the activity of influenza-like-illness (ILI) with the aid of volunteers via the internet

http://www.influenzanet.eu/

Epiwork Logo
Developing the framework for an epidemic forecast infrastructure.
http://www.epiwork.eu/

The Seventh Framework Programme (FP7) bundles all research-related EU initiatives.

7th Framework Logo
Participating countries and volunteers:

The Netherlands 13099
Belgium 4016
Portugal 1921
Italy 3532
Great Britain 5283
Sweden 0
Germany 125
Austria 46
Switzerland 48
France 5921
Spain 869
Ireland 501
InfluenzaNet is a system to monitor the activity of influenza-like-illness (ILI) with the aid of volunteers via the internet. It has been operational in The Netherlands and Belgium (since 2003), Portugal (since 2005) and Italy (since 2008), and the current objective is to implement InfluenzaNet in more European countries.

In contrast with the traditional system of sentinel networks of mainly primary care physicians coordinated by the European Influenza Surveillance Scheme (EISS), InfluenzaNet obtains its data directly from the population. This creates a fast and flexible monitoring system whose uniformity allows for direct comparison of ILI rates between countries.

Any resident of a country where InfluenzaNet is implemented can participate by completing an online application form, which contains various medical, geographic and behavioural questions. Participants are reminded weekly to report any symptoms they have experienced since their last visit. The incidence of ILI is determined on the basis of a uniform case definition.

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Vigilância da gripe em África: devagar, mas bem

Vigilância da gripe em África: devagar, mas bem

No que respeita a epidemias como as da gripe, o continente africano apresenta-se como uma zona ‘cinzenta’, com poucos e pouco fiáveis dados. Mas isso pode mudar, se forem dados pequenos passos.

A vigilância da gripe na África Sub-Sahariana poderá ser melhorada e sustentada se as autoridades de saúde nacionais participarem activamente no processo - começando com um pequeno número de sítios sentinela ou hospitais, especificamente seleccionados para a vigilância da doença.

 Investigadores do projecto de Vigilância Sentinela para a Gripe em África (SISA), que integra oito países da África Sub-Sahariana  - Angola, Camarões, Gana, Nigéria, Ruanda, Senegal, Serra Leoa e Zâmbia -, em estreita colaboração com a OMS, avaliaram as actividades de vigilância da gripe e propuseram protocolos específicos para cada país, visando uma boa qualidade de dados de vigilância epidemiológica. Treinaram também pessoal de saúde em hospitais e ministérios da saúde, que deverão funcionar como pólos de vigilância.

 O projecto, com a duração de um ano, terminou em Dezembro de 2011 e ajudou a estabelecer novos sistemas de vigilância da gripe em Angola e Serra Leoa, e reforçou os sistemas existentes nos restantes países. "Muitos países africanos têm fracas capacidades para medir sistematicamente o impacto da gripe", disse Christoph Steffen, líder do programa de gripe e vírus respiratórios. Steffen disse que, embora a pandemia de 2009 tenha fornecido um impulso para melhorar a monitorização da gripe em África, a vigilância da gripe e doenças relacionadas permanece subdesenvolvida no continente.

 "Uma das conclusões é a de que se deve manter o sistema pequeno, mas mantê-lo a funcionar". Deu como exemplo a Serra Leoa, que é agora capaz de realizar a vigilância da gripe através dos seus quatro sítios-sentinela. Steffen enfatizou que vigilância da gripe não deve ser iniciada e depois interrompida, pelo que era necessário começar com pequenos sítios-sentinela que possam ser geridos de forma sustentável, a longo prazo.

22 de Abril de 2012 às 08:20